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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Carta aberta ao Romarinho

(Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
É, Romarinho...

Outro dia você era apenas um moleque tentando seu lugar ao sol. Jogava no Bragantino, disputava o Paulistão e tentava chamar atenção dos grandes clubes.

Eis que o Corinthians, time popular, segunda maior torcida do Brasil, o "poderoso Timão", te contratou. Nova etapa para você, Romarinho.

Era hora de treinar, treinar, treinar e treinar. Quem sabe não pintava uma vaguinha no banco, uma entrada em campo faltando cinco minutos para acabar o jogo? Aí a sorte lhe sorriu e sua estrela brilhou.


O Corinthians dava passos largos na Libertadores. Enquanto isso, você dava passos curtos em busca da oportunidade. A tal da sorte fez com que o técnico escalasse somente os reservas contra o Palmeiras, pelo Brasileirão. Aquele jogo contra o maior rival, mas que ninguém queria saber, afinal, a Libertadores estava ali.

Ninguém queria saber. Mas você queria, moleque. E como queria! A estrela brilhou e você fez dois golaços para virar o jogo e garantir a vitória. Mudou o jogo. Mudou sua vida. Mudou sua sorte. Mudou tudo. Com o seu talento. Com a sua estrela. 

Foi relacionado para a final contra o Boca Juniors e, que incrível, entrou em campo.

E você tem noção do que fez, rapaz?

A sua estrela brilhou de novo! Tocou na bola uma vez, uma única vez, durante toda a competição, fez o gol que calou a tão temida Bombonera, comemorou como se fosse uma pelada em churrasco de fim de ano, e deixou o seu time, o Corinthians, com ótimas possibilidades de ganhar um título inédito.

Você tem nome de gênio no diminutivo e estrela no aumentativo, Romarinho.

Se você vai ser craque? Não sei, moleque. Pergunta difícil a essa hora é sacanagem.

Mas você fez história.

Com título ou sem título, você vai ser inesquecível. 

Isso eu posso te garantir

E a torcida do Corinthians também.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Quero ser grande


O título desse texto é o nome de um filme de 1988, estrelado por Tom Hanks. Na história, um menino de doze anos pede a um boneco, em um parque de diversões, para virar adulto. No dia seguinte, o jovem garoto se torna um homem.

Quem pode ser o menininho do filme, guardadas às devidas proporções, é o Corinthians. Calma, não me apedrejem. O Corinthians é um clube imenso, gigante, popular, com história rica e muitos títulos. Mas...

Esse "mas" é aquele troféu que falta: a Libertadores.

Qualquer discussão em que se envolvam com santistas, são paulinos e palmeirenses, os torcedores do Timão precisam ouvir, "mas você não tem Libertadores". Agora, os corinthianos têm, pela primeira vez na história do clube, a oportunidade de destruir o argumento dos rivais.

Se conseguirem esse título inédito para o clube, os jogadores do atual elenco serão colocados em um patamar diferente, em uma galeria especial. A de heróis inesquecíveis.

Para ser grande, não basta querer e pedir a um bonequinho qualquer. A mágica dos filmes é diferente da mágica do futebol. E, ao Corinthians, não basta fazer mágica. É preciso jogar futebol.

É preciso também apoio incondicional de todos, principalmente dos fiéis torcedores. Tanto na Bombonera, quanto no Pacaembu, é preciso gritar, incentivar, mostrar aos jogadores que, juntos, todos podem ser grandes, grandes por completo.

O sonho é acordar como o menino do filme, com o desejo realizado. E as possibilidades para isso são boas.

Que o Corinthians jogue futebol e seja campeão.

O "bando de loucos" acredita.

Vai, Corinthians!
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